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| António Tavares é o vencedor do Prémio Literário LeYa de 2015.Foi jornalista, fundador e diretor do periódico regional A Linha do Oeste. |
Como romancista, recebeu, em 2013, uma menção honrosa no prémio Alves Redol, graças ao livro O Tempo Adormeceu Sob o Sol da Tarde. Além disso, já tinha sido finalista do Prémio Leya 2013, com o romance As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia, que acabou por ser publicado, no ano passado, pela Editoral Teorema.
| Foi um dos romances finalistas do Prémio Leya de 2013. O livro vencedor foi, no entanto, Uma Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade. |
A decisão, anunciada no dia 13 de outubro, foi feita de forma unânime pelo júri, presidido por Manuel Alegre, composto também por Nuno Júdice, Pepetela e José Castello e José Carlos Seabra Pereira, professor da Faculdade de Letras da UC, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo e Rita Chaves, professora da Universidade de São Paulo.
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| Os jurados do Prémio LeYa de 2015. |
O júri afirma que O Coro dos Defuntos é um romance que possui "uma construção sólida, conduzindo o leitor através de uma escrita que inscreve, em paralelo, o percurso do país e o do mundo". Declara, ainda, que há "versatilidade na composição da narrativa e no cruzamento de vozes e perspetivas correspondente à diversidade de personagens".
António Tavares receberá 100 mil euros e terá O Coro dos Defuntos publicado pela Leya.

