Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Biblioteca da Daniela

A Biblioteca da Daniela

Como tenho opiniões acumuladas desde 2020, optei por voltar a escrever Formigas Literárias, ou seja, opiniões mais pequenas e realizadas em grupos. 

 

Em primeiro lugar, vou falar sobre Strange the Dreamer, de Laini Taylor. Neste primeiro livro de uma duologia de Fantasia YA, o sonho escolhe o sonhador.

Desde os seus cinco anos, Lazlo Strange está obcecado com a mítica cidade perdida de Weep, mas seria necessário uma pessoa mais corajosa do que ele para ir procurá-la. Depois, uma grande oportunidade surge na figura de um herói chamado Godslayer e num bando de guerreiros lendários. Ele deve pegar na oportunidade ou perder o seu sonho para sempre.

O que aconteceu para fazer desaparecer Weep? O que Godslayer matou e que era visto como deus? E qual é o problema misterioso que ele deve agora procurar resolver?

As respostas estão em Weep, bem como muitos mais mistérios, incluindo uma deusa de pele azul que visita Lazlo nos seus sonhos.

 

Infelizmente, não consegui ver neste o encanto que senti num outro livro desta autora que já li, A Quimera de Praga. A escrita é muito poética e bonita, mas é precisamente isso que acaba por estragar um pouco este livro. Parece que a autora só quis tornar o texto belo e não se esforçou tanto no enredo e na criação das personagens. Normalmente, gosto de escritas mais elaboradas e com pinceladas poéticas, mas isso foi um exagero aqui. Chega ao ponto em que é praticamente impossível lembrar-me da história. É verdade que foi lida em janeiro de 2020, mas não me lembro de nada. Mesmo nada. É um livro que não vai para além da escrita forçadamente bonitinha. Foi mesmo uma desilusão, pois A Quimera de Praga, para mim, tinha o melhor dos dois mundos: escrita fascinante e enredo intenso e inquietante. Também não gostei tanto da continuação d'A Quimera de Praga. Portanto, o melhor será desistir desta autora, o que me entristece um pouco.

Classificação: 2.5/5 estrelas.

strange the dreamer.png

 

 

O próximo livro é uma narrativa em verso contemporânea YA e foi escrita por Elizabeth Acevedo. Em The Poet X, Xiomara sempre guardou as suas palavras dentro de si. Quando tem de ser firme no seu bairro em Harlem, os seus punhos e a sua ferocidade é que falam por ela.

Mas X tem segredos: os seus sentimentos por um rapaz da sua aula de biologia e um caderno cheio de poemas que ela mantém debaixo da cama. E um clube de poesia slam que irá colocar esses segredos sob os holofotes.

Porque, apesar de o mundo não querer ouvi-la, Xiomara recusa ficar em silêncio.

 

É um lindo livro sobre racismo, feminismo, fé e a busca pela própria voz e perceber como usá-la. Através de um formato simples e cativante, Acevedo explora imensos temas e situações que são de extrema importância e que devem ser falados, principalmente perante um público mais jovem. É uma história brilhante e a sua protagonista é tão encantadora quer na sua sensibilidade, quer na sua força. Mais do que nunca, os livros YA são grandes fontes de entretenimento, de educação e de arte e The Poet X é um desses livros. Deixa-nos a querer saber mais da protagonista e da forma como vê o mundo, faz-nos aprender mais sobre os outros e nós mesmos e é de uma delícia literária única. Impactante e magnífico. Não me admira que tenha recebido tantos prémios.

Classificação: 5/5 estrelas.

the poet x.png

 

 

E se formos nós, da dupla Becky Albertalli e Adam Silvera, marca o fim da publicação de hoje. É um romance contemporâneo YA sobre o amor, a amizade, a família e a adolescência. "Não sei se somos uma história de amor ou se o nosso amor é uma história.

Arthur só vai ficar em Nova Iorque durante o verão, mas ele acredita que isso não é impedimento para conhecer o grande amor da sua vida. Tal como entoam os musicais da Broadway de que Arthur tanto gosta, o universo pode fazer surgir uma paixão a qualquer momento, quando menos se espera…

Ben não acredita no amor. Ele só quer distância das conspirações do universo e dos seus planos secretos. Porque se o universo fosse realmente seu aliado, ele ainda estaria numa relação e não no posto dos correios para devolver todos os pertences do seu ex-namorado.

Um dia, Arthur e Ben cruzam-se. Um encontro aparentemente banal dá início a uma história de amor cheia de emoções fortes, percalços, contrariedades e desafios. Mas, afinal, o que terá o universo reservado para estas duas almas apaixonadas? Talvez nada. Talvez Tudo!"

 

Já conhecia Becky Albertalli e gostei dos dois livros dela que já li (O Coração de Simon Contra o Mundo e Os Altos e Baixos do Meu Coração). Ainda não conhecia o trabalho de Adam Silvera e espero ler os seus trabalhos a solo um dia. Apesar disso, não posso dizer que adorei este livro. Foi uma leitura agradável, mas acho que criei expetativas elevadas e não foi tão surpreendente e maravilhoso quanto estava à espera. Gostei mais de Arthur do que de Ben, talvez porque Arthur é o coração mole e inocente, enquanto Ben protege-se mais no que toca a sentimentos, por exemplo. A escrita é simples e penso que a dinâmica dos autores é boa. Do que já ouvi sobre Silvera, não me admira que Albertalli consiga trabalhar bem com ele e que tenham conseguido criar de forma tão natural esta história. Ainda assim, faltou qualquer coisa. As personagens principais poderiam ter sido mais únicas, por exemplo, e as secundárias poderiam ter tido mais vida, digamos assim. E concordo com as pessoas que dizem que as constantes referências de cultura pop foram exageradas. De qualquer forma, é um livro que pode ser dado a um adolescente relutante quanto à literatura.

Classificação: 3/5 estrelas.

e se formos nós.png

 

 

Por agora, é tudo. Já leram estes livros? Se sim, gostaram deles?

 




The Upside of Unrequited (na versão portuguesa, Os altos e baixos do meu coração), de Becky Albertalli, é um romance contemporâneo YA sobre Molly, uma rapariga de 17 anos que sabe imenso sobre o amor não correspondido. É gorda, tem duas mães e uma irmã gémea, Cassie, que se apaixona por uma rapariga. Quando Cassie começa a namorar, Molly conhece os novos amigos da irmã, como o Will, um rapaz engraçado, namoradeiro e que pode muito bem ser a nova paixão de Molly.
No entanto, Molly tem dúvidas quanto a isso, pois o colega de trabalho dela, Reid, um cromo que adora Tolkien, parece ser um rapaz espetacular e também.... Uma possível nova paixão de Molly! 
Tendo em conta a suas inseguranças e dúvidas existenciais que fazem parte da adolescência, como irá Molly lidar com este dilema?


Que história tão adorável e divertida! As personagens deste livro fazem parte do mesmo universo do primeiro livro da autora, O coração de Simon contra o mundo (podem ler a minha opinião sobre ele aqui). Se já leram esse livro, posso dizer-vos que a história de Molly também tem imensos elementos bons do primeiro livro, ou seja, podem contar com momentos divertidos e cheios de referências de cultura pop, bem como situações mais complicadas e típicas da adolescência. Além disso, Simon e os amigos dele até aparecem nesta história sobre diversidade, aceitação do corpo e a adolescência como uma fase de altos e baixos.


Em relação ao enredo, este é simples. As mães de Molly e de Cassie irão finalmente casar-se, pois o casamento gay já é legal. Cassie começa a namorar com Mina, uma coreano-americana pansexual. Com o amor no ar, Molly sente-se sozinha, pois já teve 26 paixões e nunca namorou, nem nunca deu um beijo. Ao conhecer Will, um amigo da namorada de Cassie, Molly sente que ele será mesmo o seu primeiro beijo, mas ela acha que também gosta de Reid, um colega de trabalho que é introvertido e gosta de cultura pop, principalmente dos livros de Tolkien. Portanto, é mesmo um retrato de muitos adolescentes: dúvidas sobre amores, inseguranças relativamente ao corpo devido aos padrões da sociedade, exploração e descoberta do eu. 


Fanart de Molly.
Fonte.


A escrita de Becky Albertalli, tal como no primeiro livro, é simples, refrescante e leve. Dá para ver o cuidado de Albertalli em escrever como se fosse uma adolescente. Não é uma escrita com palavras caras e com muitos floreados ao ponto de fazer o leitor adormecer a meio da leitura. A sua escrita é ideal para quem quer uma leitura rápida e, ainda assim, cheia de emoções, aventuras e obstáculos. Fiquei com a sensação de que estava a ler uma espécie de diário da protagonista, se bem que isto é um romance que não tem um estilo diarístico. Contudo, isso prova que Albertalli é uma escritora de histórias para adolescentes talentosa, sendo capaz de ter uma voz adolescente autêntica e jovial.


As personagens são muito diversificadas, quer quanto às suas personalidades (na medida em que cada uma tem a sua maneira de ser), quer quanto à presença de diversas sexualidades, como o caso das mães de Molly, Cassie e Mina, por exemplo. Mais do que nunca, é importante que diferentes sexualidades, géneros, raças, culturas, etc. tenham mais espaço na literatura. Albertalli é uma escritora que tenta ao máximo colocar no seu trabalho um pouco da nossa atualidade. Já não é aceitável uma literatura que só tenha personagens que correspondam ao padrão, isto é, personagens cis, heterossexuais, brancas. A nossa sociedade é mais do que isso e a literatura deve ser o reflexo dela.
Adorei a Molly, pois tem uma personalidade ternurenta e a sua ingenuidade doce faz-nos gostar dela. Além disso, pela primeira vez, leio um retrato de uma personagem gorda que não é muito negativa e que vai para além da imagem corporal. É verdade que ela é insegura e pensa muito no seu corpo, mas ela também é mais do que isso. Adora fazer coisas artísticas, é engraçada, é amorosa e gosta imenso de falar sobre livros, séries, etc. Há quem ache que o livro transmite ideias erradas porque Molly começa a sentir-se um pouco melhor quanto ao seu corpo quando começa a namorar, isto é, como se um namorado fosse a solução para quem não gosta de si próprio. Eu não acho isso. Acho que é uma coincidência vermos que ela já não se julga tanto quando arranja um namorado. Ela não começou a ver o corpo de outra maneira graças à magia do amor. Ela simplesmente tem mais momentos bons quanto à sua gordura do que maus. A negatividade continua, mas já não é tão vincada, pois há mais positividade corporal do que antes. Ao longo do livro, ela foi descobrindo quem era e, assim, viu que a sua vida era mais do que o pensamento negativo constante quanto ao seu peso. Nas interações com novos amigos, com a família e com o namorado, bem como nos momentos em que, sozinha, reflete um pouco sobre si mesma, ela percebe que o seu peso não é tudo na vida e que, na realidade, não deveria importar-se tanto com o que os outros dizem, uma vez que ela, lá no fundo, não odeia o seu corpo tanto quanto isso.
No geral, todas as personagens são muito interessantes e parecem ser reais, o que prova que a criação de personagens é um grande ponto forte de Albertalli. A autora também gosta de colocar um pouco de si nas personagens. Ao criar Molly, ela adicionou elementos que têm a ver com ela própria, como o peso e a ansiedade.


Os 27 crushes de molly ❤
Fanart de Molly e Reid.
Fonte.

Em conclusão, The Upside of Unrequited é um livro divertido cujos clichés estão bem inseridos e desenvolvidos, não sendo uma seca e igual a outros romances para os mais jovens. Penso que muitos adolescentes irão ver um pouco de si nesta história sobre a montanha-russa que é a adolescência.



Bertrand.pt - Os altos e baixos do meu coração
Edição portuguesa (Porto Editora).



Classificação: 4.5/5 estrelas.







O coração de Simon conta o mundo, de Becky Albertalli, é um romance contemporâneo para Jovens-Adultos. Dá-nos a conhecer Simon, um estudante do ensino secundário que tem um segredo: ele é gay. Só uma pessoa é que sabe disso, um rapaz conhecido por Blue, por quem Simon se apaixona ao trocar com ele imensos emails amorosos e engraçados. Todavia, um dia, Simon deixa a sua conta ligada num computador da escola e um colega descobre e ameaça-o revelar o seu segredo em troca de um favor. Irá Simon sair derrotado desta situação ou irá ele finalmente conseguir mostrar ao mundo quem ele realmente é?



Um dos livros mais adoráveis de sempre! Um romance com uma escrita tão simples, mas tão fascinante, entusiasmante e divertida, que pretende mostrar que o amor não ocorre apenas entre um homem e uma mulher e, por isso, também pretende mostrar o quão normal é o amor entre pessoas do mesmo sexo. Faz abrir os olhos a quem não aceita as diversas e infinitas facetas do amor e faz-nos sentir felizes por ser uma história tão inocente e tão cativante.


Como qualquer romance YA  (Young-Adult: Jovem-Adulto) contemporâneo, o enredo tem alguns clichés. Contudo, penso que é uma boa forma de se mostrar que, independentemente do género e/ou da identificação sexual, o amor é amor. O livro apresenta dramas típicos da adolescência, discussões entre amigos e familiares, festas, dúvidas, momentos embaraçosos e muito mais, tal como em qualquer outro romance YA. Ainda assim, é uma história diferente graças às personagens, que parecem ser tão reais ao ponto de, no final, acharmos que são amigos nossos. Normalmente, os clichés são mal vistos. Costumam ser situações ou ideias que são usadas tantas vezes  que não trazem originalidade à história, mas isso não acontece no livro de Albertalli. Ela renova-os ao ponto de eles não parecerem ser clichés. 
A história desenrola-se num bom ritmo, nem muito devagar, nem muito depressa. Foi elaborada de forma muito organizada, mas transmite a sensação de que foi construída de forma fluída e natural. Não há nenhum ponto solto e todas as personagens, principais ou não, desempenham um papel importante, principalmente quanto a um livro que pretende mostrar que as pessoas LGBTQ+ são, obviamente, pessoas.
É uma história engraçada e agradável. Adorei as referências à cultura pop, ou seja, a livros como Harry Potter, a programas televisivos, etc. Adorei como a personagem principal, Simon, está envolvida no teatro da escola. Adorei as tais dúvidas típicas da adolescência. Mas também é uma história que deve ser levada a sério. Muitas pessoas morrem, porque a sociedade não as aceita tal como elas são. Muitos morrem, porque a sociedade diz que não devem ser gays. Muitos morrem, porque a sociedade diz que não devem ser transsexuais. Muitos morrem devido à cor da sua pele. Portanto, um romance como O Coração de Simon Contra o Mundo é fundamental no nosso tempo. Mostra que a sociedade está errada ao não aceitar essas diferenças. Gosto de dizer que somos todos iguais por sermos todos diferentes.





"Simon vs. the Homo Sapiens agenda"   <3
Fanart (fonte: Pinterest).
E não é que a escrita é tão boa quanto ao enredo? Aliás, grande parte da magia do livro reside na escrita de Becky Albertalli. A naturalidade e a simplicidade do seu estilo são incríveis. É uma escrita sincera numa história sobre segredos e máscaras. É uma escrita fresca e leve. Distrai-nos do mundo que nos rodeia e faz-nos saborear facilmente o enredo.


Mais um ponto positivo em relação a esta linda história: as personagens. Autênticas como a escrita, mas não quer dizer que sejam perfeitas. Há muitas pessoas que pensam que a literatura deveria ter personagens perfeitas, na medida em que elas deveriam ser um exemplo para as pessoas. No entanto, não concordo com essa ideia, que considero estapafúrdia. As personagens, no caso de serem pessoas, devem ser, então, humanas. Nós, como humanos, temos imperfeições. Simon pode ser muito simpático, divertido e adorável por ser um pouco socialmente estranho, mas também julga os outros e faz uma asneira ou outra. Ele é o exemplo de que é possível gostarmos de personagens imperfeitas. Também gostaria de dizer que não se dá apenas relevo a uma personagem gay. Há também uma personagem bissexual. Há também uma personagem negra. Como Simon se apaixona, há também mais uma personagem gay. Portanto, é magnífico ver as minorias representadas. É como Blue diz: "É definitivamente irritante que hétero (e branco, já agora) seja a norma, e que as únicas pessoas que têm de pensar na sua identidade sejam as que não encaixam no molde".

Fanart (fonte: Pinterest).



Concluindo, O Coração de Simon Contra o Mundo é para toda a gente, mas principalmente para aqueles que, até agora, não tinham ninguém como eles na ficção. Mostra que ser gay não é erro nenhum, que é uma diferença que, infelizmente, a sociedade, no geral, não aceita ainda. Mas é uma história sobre o amor, a amizade e a esperança. O amor e a amizade são importantes para que a esperança por um mundo melhor permaneça, para que depois essa esperança passe a ser uma realidade que possamos viver. É um livro adorável, que nos faz sorrir e que contém personagens incríveis e verossímeis. Aconselho a 100% a leitura deste livro.



Classificação: 4.5/5 estrelas.


Wrap up: tal como book haul, é também um termo muito usado pelos bloggers quando querem fazer um resumo em relação aos livros que leram ao longo do mês.


Book haul: termo muito usado nas redes sociais quando os leitores falam sobre as suas aquisições literárias. Os bloggers e os booktubers (pessoas que usam o Youtube como forma de transmitir a sua opinião sobre um determinado livro) normalmente usam este termo nas suas publicações mensais.
________________________________________________________________________


Ultimamente, não tenho lido muitos livros, apenas os necessários para a Universidade. Assim, em abril, só consegui acabar de ler um romance, Madame Bovary. Já escrevi uma opinião acerca da obra de Gustave Flaubert e, se ainda não a leram, basta clicar aqui.




________________________________________________________________________



Em relação às aquisições literárias, consegui comprar 3 livros! Para saberem quais são os livros que eu comprei este mês, basta clicar aqui e aqui.








Espero que tenham lido e adquirido muitos livros em abril! Vamos lá ver se maio também vai ser um bom mês.




No passado domingo, dia 23 de abril, houve muitos eventos para celebrar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor. Nesse mesmo dia, eu comprei não um livro, mas dois!


Ambos são contemporâneos e pertencem à categoria de Jovens-Adultos. Além disso, têm sido muito falados nas redes sociais ultimamente por diferentes (mas boas) razões. Por isso, decidi adquiri-los.


Em primeiro lugar, apresento-vos Por treze razões, de Jay Asher. Foi adaptado pela Netflix, que realizou uma minissérie poderosa que tem sido falada em todo o lado. Muitos aplaudem a rede de séries e filmes por ter produzido uma série que aborda temas chocantes de forma realista, como o suicídio. Assim sendo, eu fiquei curiosa e quero ver a série. Mas, antes disso, pretendo ler o livro.



Sinopse retirada do site da Bertrand:

Ao regressar das aulas, Clay Jensen encontrou à porta de casa uma estranha encomenda com o seu nome escrito, mas sem remetente. Ao abri-la descobriu sete cassetes com os lados numerados de um a treze. Graças a um velho leitor de cassetes, Clay é surpreendido pela voz de Hannah Baker, uma adolescente de dezasseis anos que se suicidara duas semanas antes e por quem estivera apaixonado. Na gravação, Hannah explica os treze motivos que a levaram a pôr fim à vida. Guiado pela voz de Hannah, Clay testemunha em primeira mão o seu sofrimento e descobre que os treze motivos correspondem a treze pessoas…


_________________________________________________________________________



De seguida, mostro-vos a segunda e última aquisição, O coração de Simon contra o mundo, de Becky Albertalli. Foi publicado em 2015 e, desde então, muitos leitores espalhados pelo mundo já o leram e adoraram o romance devido não só ao humor e às referências culturais, mas por também ser um livro muito bom com um protagonista homossexual. Acabou de chegar a Portugal e a capa é muito vistosa e engraçada. Estou muito curiosa!



Sinopse retirada do site da Bertrand:


Simon Spier tem 16 anos e os únicos momentos em que se sente ele próprio são vividos atrás do computador.

Quando Simon se esquece de desligar a sessão no computador da escola e os seus emails pessoais ficam expostos a um dos colegas, este ameaça revelar os seus segredos diante de toda a escola. 

Simon vê-se, assim, obrigado a enfrentar as suas emoções e a assumir quem verdadeiramente é perante o mundo inteiro.


_________________________________________________________________________


E vocês? Compraram algum livro no dia 23 de abril?